História da Paróquia Imaculada Conceição

A história de evangelização da paróquia Imaculada Conceição começa antes mesmo da inauguração da estrutura física. Em 23 de março de 1958 chega a Londrina, o padre Haruo Sasaki, que veio do Japão com o chamado de assumir uma missão evangelizadora com os imigrantes japoneses. Ele conta que o convite do então bispo da cidade, Dom Geraldo Fernandes, foi uma surpresa. “Eu não imaginava que viria para o Brasil”.

1-inicioPara ajudar na missão, veio também o padre Pedro Katsumi Miyamoto. Eles foram acolhidos na casa de madeira do bispo, localizada ao lado do terreno que hoje é a paróquia. Segundo Sasaki, a evangelização começou com visitas às colônias de Londrina e região, comuns naquela época. A intenção da arquidiocese era que o trabalho fosse feito por alguém com a mesma cultura. O assunto tratado nas visitas não importava. A conversa e a troca de experiências era o fundamental. “Naquela época eles estavam com sede de língua japonesa”, lembra. Antes, quem cuidava da pastoral da Nipo Brasileira era o padre palotino José Schreck, que ficou na cidade até 1964.

De acordo com o padre Sasaki, o desafio de levar os japoneses e descendentes para a igreja já estava previsto desde o início. “Sempre soube que não ia conseguir levá-los a praticar a fé católica logo no começo. Demorou cerca de um ano para que eles se convencessem”.

Ao lado da casa do bispo tinha um terreno de propriedade da arquidiocese. Diante da necessidade de um espaço próprio para as reuniões de evangelização, padre Sasaki começa o trabalho de arrecadação de dinheiro para construir a paróquia Imaculada Conceição. O projeto arquitetônico já estava pronto e era de responsabilidade dos arquitetos Eduardo Rosso e Yoshimasa Kimachi, os mesmos que projetaram o atual templo da Catedral. “Organizamos festas, promoções e os fiéis fizeram doações que garantiu a compra do terreno. Demorou para conseguirmos o dinheiro. O mais interessante é que boa parte do valor veio da colaboração de japoneses não batizados”, conta.

Engajado com a causa e entusiasmado com o sonho da construção da paróquia, Sasaki enviou o projeto arquitetônico para a Alemanha com o objetivo de conseguir recurso. E assim aconteceu. A igreja recebeu US$ 30 mil para começar a tão esperada obra. A primeira parede foi levantada em dezembro de 1959 pelo construtor Mitomu Shinamura.

O esforço valeu à pena, já que dois anos depois, no dia 8 de dezembro de 1961 foi inaugurada a paróquia Imaculada Conceição. Neste dia, a missa solene foi celebrada pelo bispo Dom Geraldo Fernandes. Palmas brancas e hortênsias enfeitavam o corredor da nova igreja nas cores de Maria. A imagem da padroeira também ganha lugar de destaque no centro do presbitério.

Parte da estrutura física era de madeira, mas a realização do desejo foi concreta. Nesta data, o bispo Dom Geraldo Fernandes nomeou o sacerdote Benjamin Fernandes como vigário paroquial. Logo, em 1962, o padre Miyamoto assumiu o cargo de vigário geral dos japoneses e o Sasaki ficou como vigário substituto da paróquia. No entanto, ambos se dedicavam exclusivamente a evangelização dos japoneses. Cinco anos depois, o padre Benjamin Fernandes deixa a liderança e volta para o seu país de origem, a Índia.

As missas eram realizadas em português. As celebrações em japonês aconteciam apenas aos domingos. No centro pastoral, também construído em 1961 ao lado da igreja, aconteciam aulas de português para os paroquianos que se interessavam. E para expandir ainda mais a participação da comunidade na paróquia, foi criado o grupo de jovens “Estrela da Manhã” que existe até hoje. Pessoas de toda a região começaram a se interessar pelos encontros.

“Desde o início pensávamos em formar católicos e não, uma igreja japonesa. A intenção sempre foi inseri-los na fé católica. E conseguimos”, destaca Sasaki que realizou o trabalho de evangelização em Londrina por cerca de 10 anos. Depois, ele foi para o Seminário Paulo VI onde ficou por dois anos antes de se mudar para Cornélio Procópio e São Jerônimo da Serra. Atualmente, o padre Sasaki trabalha em um projeto de recuperação de pessoas com Hanseníase.

“Tenho saudades da Imaculada Conceição! Desejo que paróquia realize seus ideais tanto com os japoneses, quanto com os brasileiros”. Padre Haruo Sasaki

 Responsabilidade e dedicação começam a mudar a paróquia

 Com a saída de Sasaki, em março de 1966, o bispo Dom Geraldo Fernandes nomeou o padre Bernardo Carmel Gafá para assumir a paróquia. Para ele, que veio da Ilha de Malta, foi um desafio assumir a igreja. “Não esperava receber esse convite do bispo, já que tinha acabado de chegar ao país. Mesmo assim, aceitei com o coração”, declara. Ainda em 1966, é comprado o primeiro carro de propriedade da paróquia. Tratava-se de um Volkswagen Sedan 0 km.

Gafá recorda que a construção da paróquia era mista. Ou seja, de madeira e alvenaria. Diante da necessidade de aumentar a igreja, em 1973, parte da estrutura de madeira foi refeita e a casa paroquiana deu lugar a um novo prédio (rua Tupi). Sendo assim, o pároco muda-se para um apartamento.

A mudança também incluiu a transferência do altar, que era grudado na parede, para o centro do presbitério. O monsenhor explica que as celebrações já podiam ser feitas na própria língua dos fiéis, e não mais em latim. Isso porque depois do Concílio Vaticano II, por meio do documento Sacrosanctum Concilium, o rito das missas mudou. “Os padres começaram a celebrar de frente para a assembléia. Antes era de costas para o povo. Com isso, não tinha mais necessidade de ter o altar no fundo”, esclarece.

Ele conta que a paróquia era pequena, porém, bastante movimentada. Aconteciam missas apenas aos domingos. Porém, eram quatro celebrações em português e uma em japonês (7h30). Na época, quem presidia a Santa missa na língua japonesa era o padre Paulo T. Kimura, da diocese de Yokohama, Japão.

E essa grande movimentação de pessoas e de atividades paroquiais fez parte do crescimento sacerdotal de Bernardo Gafá. Ele foi ordenado padre oito meses antes de assumir a paróquia (4 de julho de 1965). Hoje, já como monsenhor, ele enfatiza que muitos casamentos, batizados e velórios eram realizados na Imaculada Conceição. Havia poucas igrejas católicas na cidade. “As pessoas que vinham da zona rural nos procurava, principalmente na segunda-feira, pedindo para batizar algum parente. Os velórios também chegavam de última hora e tínhamos que arrumar tudo para receber o corpo”.

Com o passar do tempo, devido à grande demanda, foi preciso organizar a agenda da paróquia para que o então padre desse conta de atender a todos que procuravam os serviços. “Mesmo assim, em janeiro de um ano foram 55 casamentos. Sendo 16 cerimônias em apenas um sábado”, recorda Gafá.

“O início da minha vida como sacerdote foi muita intensa por causa dos acontecimentos da igreja. Só tenho boas lembranças”. Monsenhor Bernardo Gafá

 

Outros párocos

 Em 1976, Gafá viaja para sua cidade de origem e passa o cargo para o já falecido padre Ivo Vicente Dalcenter. O jesuíta fica como pároco por oito anos.

Padre Silvino Antonio Chiamolera permanece como padre substituto no período de fevereiro a outubro de 1983. Em seguida, assume o pároco Antonio Irineu Cezarino.

No período de 1985 a 1989, quem assume a liderança da paróquia é o monsenhor Vítor Gropelli. Na época como padre, ele deixa o cargo para viajar até Roma, onde cursou mestrado em teologia. Em 1986 celebramos o Jubileu de Prata com celebração presidida por Dom Geraldo Majella.

No ano seguinte, assume o padre Giovanni Gerse, que fica na paróquia por apenas um ano. Em 1990, o bispo nomeia o sacerdote Mauro Batista Pedrinelli como pároco da Imaculada Conceição. Ele exerce a função também por um ano.

Imagens de madeira

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A aquisição de imagens de madeira enriqueceu o visual da paróquia em 1968. Com muito carinho, o então padre escolheu as peças e os locais onde deveriam ficar. A primeira imagem feita de pau marfim foi a de Jesus Cristo crucificado, que permanece até hoje no mesmo lugar: em cima do sacrário. “A ideia era fazer Cristo com roupa, como na igreja primitiva. Cristo Sacerdote e Vítima”, defende.

Outras imagens que atualmente ainda estão espalhadas nas laterais da igreja, são as da Via Sacra. Elas foram inauguradas durante a missa de Domingo de Ramos em abril de 1968. “Na ocasião, a intenção era inovar e fazer as peças apenas com o rosto de Jesus”. Todas as imagens foram feitas pelo espanhol Silvestre Blasco, mesmo escultor que produziu as obras de madeira da Catedral Metropolitana de Londrina.

A Paróquia é chamada a viver tempos de mudanças

A paróquia Imaculada Conceição foi chamada a viver novos tempos a partir de agosto de 1991. Com espírito inovador, o padre José Limeira Sobrinho, mais conhecido como “Padrão”, assume a igreja com o desafio de realizar mudanças. “A paróquia tinha bastante fiéis, mas não tinha vida”, diz.

Com o objetivo de reavivar a paróquia, uma das primeiras ações colocadas em prática foi o chamamento de mais jovens. “Precisávamos de gente nova. Meu objetivo era trazer esse pessoal para igreja”, destaca o padre. Foi assim que foi criado o grupo de oração Javé Nessi, que teve o nome traduzido para a língua hebraica e atualmente chama-se Yahweh Nessi. A ideia começou com um pequeno grupo de jovens que foram incentivados a realizar reuniões na paróquia. O movimento foi crescendo e tomando grande proporção.

E para incentivar a participação deles nas atividades paroquianas a alternativa foi inseri-los nas celebrações. Na época, as pastorais eram exercidas apenas pelos frequentadores antigos. Então, os jovens começaram a cantar na missa das 19h30 aos domingos. Limeira conta que as celebrações ficavam lotadas. E por causa do excelente resultado e para dar conta da demanda de pessoas, foi criada celebração das 18 horas. Para o padre, nessa época, houve um resgate da espiritualidade dos paroquianos. “Eles começaram a acreditar mais e assumiram que pertenciam à comunidade Imaculada”, afirma. “Os jovens eram o ‘carro chefe’ do nosso trabalho”, completa.

Depois disso, outros movimentos começaram a ser criados na paróquia. Um deles foi o ECC (Encontro de Casais com Cristo). “Convidei oito casais para começar as reuniões. Eles aceitaram e assim, criamos essa pastoral”, conta o sacerdote.

O padre defende que a paróquia precisava de uma “identidade própria”. Por isso, era necessária mais participação efetiva e afetiva das pessoas. “Depois que começamos a fazer essas mudanças, o trabalho ficou mais gostoso porque víamos os resultados. Cresceu a qualidade dos fiéis da Imaculada. Não só em números, mas na fé”.

Creche Imaculada Conceição

Ainda como pároco, Limeira assumiu mais um desafio: ajudar a organizar uma creche localizada no jardim União da Vitória, bairro carente da zona sul de Londrina. Mesmo sabendo que o trabalho não seria fácil, a paróquia aceitou a proposta feita pelo então bispo Dom Albano Cavalin. “A creche já estava funcionando, mas passava por dificuldades financeiras e oferecia péssimas condições de estudo para as crianças. Por isso, resolvemos ajudar”. Os paroquianos também abraçaram a causa com o espírito de família de fé. A imagem da Imaculada Conceição, um presente oferecido pela comunidade, deu o nome à creche.

Ampliação do prédio

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Por causa do aumento da comunidade Imaculada, novamente era preciso pensar no aumento da estrutura física. Por isso, em 1995 começa a construção do atual Centro de Pastoral.

Mas, três anos depois da obra de ampliação do espaço, o padre deixa o cargo de pároco. A comunidade, muito ligada a ele, também sente a separação. “Foi um momento muito dolorido pra mim, na minha vida sacerdotal. A Imaculada Conceição era uma família”, conta.

Limeira exerceu a função de pároco até final de 1999. Foram oito anos de muito trabalho. Ele destaca que alguns períodos foram marcantes. “Os três primeiros anos foram repletos de mudanças importantes e radicais. Foram anos lindos da minha vida”.

 “Agora é tempo de reavivamento da fé. Esta linda história de 50 anos deve nos impulsionar a buscar esse “novo” que o Espírito Santo quer propor”. Padre José Limeira

O “clamor” por uma nova igreja garante a compra de um terreno

Com o seu modo empreendedor de tratar as situações, o padre Manuel Joaquim Rodrigues dos Santos assume o cargo de pároco da Imaculada Conceição em fevereiro de 2000. Foram cinco anos de intensas movimentações não só na paróquia, como na vida política da cidade. O sacerdote acompanhava todas as ações de perto, deixando clara a sua afeição por cargos políticos e vontade de resolver problemas públicos. “Sempre defendi que religião e política devem andar juntas”.

Ele conta que o desafio de assumir o cargo estava ligado diretamente a três idéias principais: não deixar os fiéis alheios a situação política da época, investir em formação catequética e expandir o trabalho social. O padre destaca que a paróquia passava por um bom momento. Os três grupos de oração cresciam, a participação dos fiéis era efetiva e as pastorais realizavam os trabalhos de forma estável e constante. Mesmo assim, foram aplicadas ações para organizar a liturgia, que já havia passado por mudanças anteriormente. “Foi criado um grupo que cuidava de todas as missas. A intenção era unir os integrantes e tratar de forma igualitária as celebrações”, explica.

Em agosto de 2001, o templo passa pela primeira reforma depois de quase 40 anos de construção. Os reparos foram desde a troca do forro, do telhado, do piso, da fiação elétrica até a pintura interna. A obra durou dois meses.

Terreno

Segundo o padre Manuel Joaquim, diante do bom momento vivido pela paróquia surgiu o “clamor” por uma igreja com mais espaço. Por isso, de forma ousada, a comunidade se reuniu para colocar a ideia em prática. Depois de analisar várias propostas, uma delas agradou mais. Um terreno de 2 mil m² (Rua Paranaguá), que pertencia à família Garcia, estava à venda por R$ 700 mil. A paróquia não tinha dinheiro em caixa para adquiri-lo. Porém, as dificuldades não deixaram o padre desistir da compra. Em negociação com a dona do terreno, o valor caiu para R$ 600 mil em 12 parcelas de R$ 40 mil. Mesmo assim, não era possível comprar, já que a igreja contava com despesas fixas de R$ 25 mil mensais que eram pagas com a contribuição do dízimo.

Audaciosamente foram selecionadas 20 pessoas que poderiam colaborar para a realização de mais esse sonho. Foi lançada a campanha “De metro em metro construiremos um grande projeto”. Na primeira reunião, foram arrecadados R$ 24 mil, o que garantia metade da primeira parcela. O restante do dinheiro foi levantado com a colaboração dos paroquianos durante as missas. “A igreja mais uma vez me surpreendeu com esse envolvimento. Isso mostra que quando a comunidade está formada e sensibilizada é capaz de um milagre”, ressalta Joaquim.

Paralelamente a essa movimentação para garantir o pagamento das parcelas, o padre defendia movimentos políticos da cidade. Ele destaca que essa relação era apoiada pela comunidade, que no início se mostrou resistente, mas depois aceitou os posicionamentos dele. “Eu tomava posições partidárias e as pessoas respeitavam e aceitavam”.

Mesmo com todo o esforço para comprar e pagar o terreno, os paroquianos esbarraram em outra dificuldade: começar a obra. O padre explica que a intenção era construir uma moderna igreja vertical. O projeto arquitetônico estava pronto e o terreno garantido. Mas, a ideia permaneceu no papel. “De qualquer forma, a compra do terreno foi um avanço”.

Em julho de 2002, Manuel Joaquim sai do cargo para candidatar-se a um cargo político. A comunidade é surpreendida com a polêmica notícia. Um jantar de despedida é organizado. Aproveitando o momento, os paroquianos comemoram a compra do terreno.

Para o padre, os dois anos como pároco foram gratificantes. “A Imaculada Conceição foi o palco da minha maturidade humana e sacerdotal”. Com a saída dele, quem assume é o padre Jaime Alonso Botero Gallo, que fica no cargo até janeiro de 2003.

“Com um passado tão rico, por que não ter um presente e um futuro maravilhoso?” Padre Manuel Joaquim

A construção da nova igreja é idealizada pelos paroquianos

construcao-nocaEm março de 2003, o padre Joel Ribeiro Medeiros é nomeado pároco da Imaculada Conceição. Com a nova liderança, os paroquianos retomaram o sonho da construção da nova igreja no terreno adquirido pela comunidade. O padre conta que foram realizadas várias reuniões. Uma comissão foi montada e deu um primeiro passo: a arquiteta Luzia Favoreto foi contratada pela paróquia para projetar da nova igreja. “Pensamos em cada detalhe. Ela chegou a fazer um curso sobre arte sacra na Bahia para aprimorar o trabalho. O projeto ficou lindo e inovador”, destaca.

Com o projeto pronto, era hora de conseguir dinheiro para começar a obra. O padre lembra que uma festa foi organizada pela igreja para apresentar a proposta para os paroquianos. Mas, o sonho ainda era um desafio muito grande, já que o investimento era muito alto. Eram necessários cerca de R$ 1 milhão para o início das obras. Para incentivar a arrecadação de dinheiro, foram realizadas celebrações no terreno

“Realizamos celebrações no terreno para despertar o interesse da população em ajudar na construção. Mas, esbarramos na dificuldade financeira e o projeto não conseguiu sair do papel”. Mesmo assim, o sacerdote destaca que o esforço valeu a pena. “Sempre acreditamos nesse sonho que com certeza ainda vai ser uma realidade”, completa.

Liturgia renovada e a implantação do batismo por imersão

A Imaculada Conceição passou por mudanças litúrgicas que até hoje são adotadas pela equipe. O padre Joel Ribeiro Medeiros destaca que as modificações começaram pelo presbitério. “Retiramos alguns quadros e um mural de recados que prejudicavam a imagem da paróquia. Foi uma ação simples, mas que fez bastante diferença”. Depois, foi a vez dos comentários das missas. Eles deixaram de ser frequentes, já que os fiéis estão acostumados com o rito das celebrações.

Mas, o destaque fica por conta da implantação do batismo por imersão, quando o bebê é mergulhado na água. Obedecendo a liturgia que nos chama a voltar às fontes como na igreja primitiva, o sacerdote inovou. O sacramento batismal deixou de utilizar a pequena bacia e passou a usar a caixa uma d’água. “A primeira experiência do batizado por imersão foi feita durante a vigília de Páscoa em 2003”.

Nesse período, a equipe de liturgia da paróquia participou de diversas formações para amadurecer as reformulações. “Foram passos significativos”.

“Desejo que a Imaculada Conceição nunca perca o espírito de caridade porque esta é uma conquista profunda dessa comunidade. A solidariedade deve ser alimentada de geração em geração”. Padre Joel Ribeiro Medeiros